Com muito humor, o ator Lázaro Ramos e a apresentadora Marília Gabriela apresentaram na noite desta quinta a cerimônia de abertura do II Festival Paulínia de Cinema. Entre os convidados da noite presentes na plateia, estavam os atores Antonio Pitanga, Maria Paula, Ney Latorraca, Helena Ignez, Luís Miranda, Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli, o cantor e deputado Frank Aguiar, além de Debora Bloch e Cauã Raymond, atores do filme de abertura, “À Deriva”.
Um vídeo apresentou a história do Pólo Petroquímico de Paulínia, criado em 1964, e trouxe depoimentos dos organizadores do festival.
No filme, o prefeito de Paulínia, José Pavan Junior, lembra que muitos acreditavam que ele não daria continuidade ao projeto cultural de seu antecessor – mas ele, ao contrário, reforçou os investimentos no Pólo Cinematográfico e no Festival. Hoje, são dois editais e mais de 20 longas-metragens por ano que passam pelo Pólo em sua fase de produção.
O Secretário de Cultura, Emerson Alves, afirmou que o projeto tem importância cultural e econômica, gerando renda e empregos para a população da cidade.
O presidente interino da Ancine (Agência Nacional do Cinema), Mário Diamante, subiu ao palco e elogiou o projeto: “Dá gosto ver o investimento feito aqui. Não são só os editais, mas um conjunto de ações que dão uma forte infraestrutura ao setor audiovisual”.
O último a subir ao palco foi o cineasta Heitor Dhalia, que chamou elenco e equipe para acompanhá-lo. Ele agradeceu a oportunidade de fazer em Paulínia a primeira exibição de seu filme no Brasil. “Estive aqui no ano passado, para prestigiar o filme de meu amigo Selton Mello, e fiquei impressionado com a estrutura e a organização do festival. Estou muito feliz”.